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Pandemia e o novo jeito de morar: mais tendências


Foto: freepik

As novas construções se tornaram cada vez mais compactas e funcionais, alinhadas às necessidades da vida moderna. Mas a pandemia do novo coronavírus, que já trouxe mudanças em tantas esferas da nossa vida, veio para mudar esse conceito de moradia também.


Ao passo em que as pessoas passaram a ficar mais tempo em casa, elas alteraram suas percepções acerca do lar e novas tendências ganharam força. Já falamos aqui sobre esse novo jeito de morar.


E se você ficou na dúvida se essas tendências serão passageiras, vamos mostrar que não. Elas vieram para ficar e estão mudando o mercado imobiliário. Acompanhe algumas dessas mudanças.


Procura por quintal ou varanda

O confinamento social fez com que muitas pessoas sentissem necessidade ou vontade de morar em um imóvel com quintal ou varanda.


Um levantamento feito pela Imovelweb, que atua em todo o País, aponta um crescimento de 19% na busca por imóveis com quintais. O comparativo é entre abril e maio. Já na procura de imóveis com varandas, o aumento é de 20%.


Houve alta significativa também na busca por imóveis rurais – 40% entre fevereiro e março, início dos casos de Covid-19 no Brasil; 40% entre março e abril; e 23% entre abril e maio.


Locais mais amplos

Os moradores querem mais espaço em suas casas. E agora não estamos falando só de quintal ou varanda. Uma pesquisa realizada pela Loft e que ouviu mais de 1,4 mil pessoas em São Paulo e no Rio de Janeiro aponta que 45% dos entrevistados querem apartamentos maiores.


Há ainda outros dados interessantes: 70% querem uma área reservada para o trabalho remoto e 46% gostariam de uma cozinha maior. A pandemia fez com que muitas pessoas (re) descobrissem o gosto por cozinhar e inclusive despertou o interesse de algumas pessoas por novas profissões, como a de chef de cozinha.


Selic ajuda no sonho da casa própria

A taxa básica de juros teve a oitava queda consecutiva em meados de junho e chegou a 2,25% ao ano. O índice da Selic é o menor desde a série história, de 1996, e traz ânimo ao mercado imobiliário.


Isso porque a taxa garante que o percentual do financiamento imobiliário continue no mínimo do patamar que temos hoje – taxa de 2,95% ao ano mais IPCA na Caixa –, e ainda dá margem para nova queda nos juros dos financiamentos.


Com a taxa de juros baixa, o sonho da casa própria se torna bastante real.


Apartamentos passam a ter home office

A pandemia do novo coronavírus impulsionou o trabalho remoto. E não vá pensando que essa modalidade irá embora junto com a Covid-19.


O vírus apenas acelerou o que já seria tendência – e deve perdurar. Pesquisas apontam que 80% dos gestores disseram gostar da nova maneira de trabalhar e empresas de alguns setores atestam que o teletrabalho eleva a produtividade.


Diante desse cenário e já prospectando um novo mercado, há empresas do ramo imobiliário já preparando o lançamento de apartamentos maiores para incluir espaços para trabalhar.


Estadias de longa duração

O Airbnb tem apostado em estadias de longa duração. E longa duração, para a plataforma, significa mais de 28 dias. Leonardo Tristão, diretor-geral do Airbnb no Brasil, afirma que “mais de 80% dos anfitriões aceitam reservas de longa duração”.


Ele também aponta três tendências que podem ser observadas no mundo todo, inclusive no Brasil: ascensão do turismo doméstico ultra local, descentralização do turismo, e maior atenção com questões de higiene e limpeza, claro.


Bunkers para milionários

Aqui não é bem uma tendência imobiliária, mas uma curiosidade. Nos EUA, milionários preocupados com a pandemia estão buscando por locais seguros. Um deles é o Survival Condo, bunker que diz ser à prova de Covid-19.


O espaço é um antigo silo de míssil nuclear e foi transformado em condomínio de alto padrão. Por ora, ninguém está usando o bunker como residência oficial, mas o local possui estrutura para ser autossuficiente por até 5 anos. Ele foi construído debaixo da terra no Kansas e tem capacidade para abrigar em torno de 70 habitantes.


No outro extremo, as tiny houses

As tiny houses surgiram como opção de moradia acessível e sustentável para pessoas de renda reduzida. Para moradores de rua, esses espaços com área interna de apenas 14,7 m² são um luxo.


Esta é uma solução oferecida a pessoas de baixa renda pelo Emerald Village Eugene (EVE), uma comunidade de micro-habitações no Estado de Oregon, nos Estados Unidos.


A pandemia do novo coronavírus trouxe efeitos para o mercado imobiliário e o novo padrão de moradia. Aqui na Juste Imóveis estamos acompanhando todas as tendências e nos preparando para garantir o bem-estar e a satisfação dos nossos clientes. Quais são suas necessidades e vontades? Vamos juntos satisfazê-las!

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