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Seguro residencial: devo ou não contratar?


Foto: jcomp | freepik

Tem quem ache o seguro residencial um item superimportante, imprescindível em questões de segurança; já outros avaliam que é algo supérfluo, apenas mais uma despesa no orçamento.


Para quem ainda não se decidiu sobre a contratação do seguro residencial e procura uma resposta clara e objetiva, sentimos dizer, mas não há. Isso porque a decisão vai depender de uma série de fatores como o tipo de residência onde se vive, o bairro em que ela está localizada, a cidade e as características regionais. Por isso, leia este artigo até o fim. Ao final, ficará mais fácil definir se vale a pena ou não contratar um seguro.


Quanto custa?

Essa é praticamente a primeira pergunta que as pessoas fazem quando estão pensando em contratar um seguro residencial. Apesar de todas as variáveis para esse cálculo, é fato que, no comparativo com o seguro de um automóvel, o residencial é bem mais barato.


O montante vai depender das coberturas contratadas para proteger seu imóvel, mas é possível gastar menos de R$ 350 por ano com um seguro residencial.


A cobertura básica é sempre contra incêndios. E por mais que a chance de sua casa pegar fogo possa parecer pequena, a apólice vale também para incêndios parciais e inclui móveis, roupas, eletroeletrônicos, entre outros objetos.


Há ainda as chamadas “coberturas acessórias”, que podem ser incluídas na apólice de acordo com as necessidades do proprietário do imóvel – aqui vale constar que as coberturas de frequências mais elevadas, como danos elétricos (curto-circuito sem fogo) e furto e roubo têm preço mais elevado também.


A seguir, listamos (e explicamos) algumas as coberturas mais populares para ajudar na sua decisão, acompanhe!


Cobertura contra incêndio, queda de raio, implosão e explosão

A cobertura básica contra incêndio geralmente se estende para queda de raio, implosão e explosão e garante a indenização por perda e danos materiais causados aos bens assegurados. No caso da queda de raio, é preciso que caia diretamente na área do terreno ou edifício onde more.


Cobertura contra alagamentos e inundações

Chegar em casa após o expediente ou uma longa viagem e encontrar seus móveis encharcados é desesperador, mas há opção de incluir a cobertura acessória contra alagamentos e inundações na apólice do seu seguro.


Para quem mora em regiões que costumam sofrer com o excesso de água, essa certamente é uma boa medida. Mas é importante frisar que o seguro é válido também para outros incidentes como ruptura de encanamentos, canalizações, adutoras e reservatórios — desde que não pertençam ao imóvel segurado.


Cobertura contra roubos e furtos

Quando se fala em seguro, uma das primeiras situações que vêm à mente é a de objetos roubados ou furtados. E por mais que o seguro residencial não supere um possível trauma vivido, ao menos tranquiliza ao conter o prejuízo causado.


Para quem mora em edifícios ou condomínios monitorados 24 horas, talvez seja um gasto extra, mas este tipo de cobertura acessória é essencial em imóveis localizados em vias públicas com histórico de invasões.


Cobertura contra danos elétricos

Quando um curto-circuito causa fogo, mesmo que pequeno, o seguro contra incêndios cobre a reposição da peça. Mas, se não houver chamas, apenas a cobertura contra danos elétricos irá minimizar a situação. Como o tipo de sinistro é bastante comum, costuma ser uma das coberturas mais caras.


Essas costumam ser as coberturas mais procuradas, mas há outras que, em um primeiro momento, podem até parecer supérfluas, porém imprescindíveis para quem reside em áreas de risco.


Quem mora perto do aeroporto talvez opte pela cobertura para o caso de queda de avião; quem reside em um cruzamento movimentado quer proteger seu imóvel contra impacto de veículo. Vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo são circunstâncias atmosféricas que também incidem na apólice de seguro residencial.


Por fim, por mais que você avalie que reside em uma área sem necessidade de nenhuma das coberturas acima, vale a pena lembrar que o seguro também inclui serviços como chaveiros, eletricistas, encanadores, entre outros.


O importante é analisar os riscos aos quais seu imóvel está exposto, verificar o histórico da região em que está inserido, como a incidência de furtos e roubos ou possibilidade de atos da natureza, antes de tomar uma decisão. Esperamos que ela seja a melhor possível para você e sua família!

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